Carlinhos X Uelby

 

Bom pessoal isso não é mais novidade pra ninguém! O rompimento entre essas duas figuras eram eminente, no entanto, o que ninguém esperava era as proporções que esse fato tomou nos bastidores e na boca do povo.

De um lado vemos o Presidente da Câmara Municipal o Sr. Egídio fazendo de tudo para tentar um lugarzinho na chapa com Carlinhos, no outro, Uelby, completamente perdido e tendo que “se virar nos trinta” para formar uma base política sólida e daí escolher um bom vice que venha a garanti o mínimo de “conforto”. (Nazareno? Felinto? Josinaldo? Everton?)

Depois que a Governadora Wilma ofereceu o PSB a Uelby e que o mesmo aceitou; Carlinhos sentiu-se expulso do PSB (conforme matéria publicada no blog da Thaísa Galvão), mas, fica no ar: o que vai acontecer daqui pra frente? Será que Carlinhos terá bala na agulha suficiente para enfrentar os irmãos implacáveis! Porque convenhamos, o Alessandru é um gênio! Ele é o grande mentor! Apesar de toda simpatia e carisma que o atual prefeito possui, inteligência é fundamental! E isso ele não deixa a desejar. Todavia, não vai ser tão simples como muitos pensam! Everton é um bom nome, tem crescido estupidamente! (kkkk), tenho certeza que Everton é Fã do Matinho da Villa.... é devagar, é devagar, é devagar de vagar, devagarinho... e nesse lema tem crescido aos olhos do povo! Haja banana e exames... muitos criticam, mas essas estratégias políticas não deixam de ajudar o povo! Lembre-se que banana é bom para os ossos!

 

Outro ponto importante a ser comentado é com relação a APAMI, apesar do Carlinhos usá-la como uma máquina de fazer votos, temos que tirar o chapéu que a mesma ajuda demasiadamente o povo! Nossa cidade não tem um hospital e a APAMI tem ajudado nesse sentido! Entretanto, as coisas vãos ficar dificies nesses dias. Quem faz parte desse meio sabe que, com esse rompimento, certamente o Uelby vai deixar de passar a mão na cabeça do Carlinhos e ele terá que “rebolar muito” para conseguir pagar os médicos, medicamentos e demais despesas dessa instituição filantrópica. Bom, cabe a mim e a você, cidadão e eleitor, ouvir as partes, analisar os fatos, escolher um critério e julgar com o seu voto! Sejamos conscientes!!!!!!!!!!

 

 

Estamos colocando uma nova enquête! Participem!

 

Se as eleições fossem hoje em quem você votaria para prefeito?

(   ) Carlinhos

(   ) Everton

(   ) Uelby

(   ) Outro

 

 

 

Um abraço a todos!

Prezados Leitores,

 

Aproveitando as peripécias políticas e o clima eleitoral que tem invadido nossa cidade, não poderia ficar calado. Já que ninguém se pronuncia, vou escrever o que o povo quer falar, mas tem medo de represarias políticas! Aproveito o momento para convocar os donos dos blogs locais para noticiarem assuntos pertinentes a nossa cidade! Vamos exercer os nossos direitos de cidadãos camporedondenses!

 

 

Um abraço a todos e comentem com responsabilidade!

Prótese Dentária – Estratégia Política (A velha “chapra”)

 

Caros Leitores, a manipulação das eleições populares foi uma prática comum na transição para os regimes de democracia representativa. Com a conquista dos princípios da soberania popular e do sufrágio universal, o processo eleitoral ganhou um peso sensível na evolução política. Afinal, seria este mecanismo que definiria a distribuição do poder político em regimes representativos, substituindo princípios como a hereditariedade ou a usurpação do poder. Mas, via de regra, as noções da liberdade de escolha, da competição eleitoral e da administração isenta, associadas à noção de eleições, ainda estavam longe de descrever o contexto social e político no qual os processos eleitorais se realizavam. Nas democracias emergentes, as possibilidades de manipulação das eleições populares são múltiplas. A competição política muitas vezes restringe-se a uma disputa entre elites concorrentes, que possuem um controle amplo sobre segmentos inteiros do eleitorado. Mas ao mesmo tempo, os atores políticos desenvolvem um senso crítico aguçado para detectar as deficiências do processo eleitoral em todas as suas variações. Estas incluem o uso da máquina governamental para favorecer candidatos, a influência ilícita do poder econômico sobre as eleições ou manipulações referente à administração das eleições. A garantia da lisura do processo eleitoral é um desafio universal para a consolidação dos regimes democráticos. Mas a fraude, a manipulação e a corrupção eleitoral têm uma coloração específica, dependendo do contexto político e histórico. Pois, bem é partindo deste principio que não poderia deixar de publicar “noticias” desse “calibre”; segundo informações populações, o Pai das Bananas, além de distribuir: suas filhas (bananas), seus primos (cocos), e outros agregados parental (sopas e etc); está possibilitando um novo sorriso para aqueles que se sentem menosprezados por não ter um sorriso tão simpático (rsrsrs) é a famosa distribuição de Sorrisos, trocando em miúdos, o aspirante Bananal está dando (na essência da palavra) próteses dentarias, a famosa “chapra”. Acredito que a maioria do eleitorado de nosso município, tem um sorriso bonito! E essa velha estratégia que Bananobil (Pai das Bananas) coloca em prática está defasada! Mas, cada um com suas manias e estratégias! Vai entender o ser humano!

 

Só quero lembrar aos aspirantes a cargos políticos que o POVO não é bobo! A própria história de nosso município serve de aprendizado para futuras escolhas!

 

Ah, já ia esquecendo, quem precisar de um “sorriso novo” procurar o seu secretário, Babaoquinho.

Crise Política de nosso dia.

Apagão Político – A crise é Geral

 

Se não existe pecado abaixo do Equador, peculato tem de sobra.

 

O que a democracia brasileira vive no momento é um apagão político. O blecaute é conseqüência da equiparação entre forças; como se sabe, para gerar energia é preciso atrito. Tal equiparação, como não poderia deixar de ser, se dá na freqüência mais rasteira possível, ali onde os interesses mais mesquinhos consomem a atividade de todos. Não se trata de um nivelamento por baixo, mas de um nivelamento às avessas, pelo que cada um tem oculto. Não há nem mesmo a hipótese de que a aproximação de interesses particulares tenha como subproduto o benefício público. Quando vejo dois políticos brasileiros almoçando, saco imediatamente o cartão de débito.

 

A subida do PT ao poder máximo agravou o problema. Não porque ele fosse até então a reserva moral que se dizia, mas porque mudou de discurso para seduzir eleitorado maior e escancarou a semelhança com os demais. É da política funcionar por interesses e desrespeitar as palavras; anular o conflito, esvaziando a mais simples dissonância, é abolir a política, aquilo que Aristóteles dizia nos caracterizar como animais. Só há duas maneiras de liquidar o pluralismo partidário. Uma delas é a tirania. A outra é um sistema no qual as diversas siglas não significam nada. Todas são da situação; ou melhor, qualquer oposição está apenas à espera de ser cooptada.

 

Os outros partidos, aliados declarados do governo ou não, viram na 'normalização' do PT a oportunidade para já não disfarçar o oportunismo. O PSDB é o exemplo máximo. Na crise do mensalão, afora bravatas como as de Arthur Virgílio, não soube agir. Quando veio à luz a relação entre Marcos Valério e o tucanato mineiro, foi incapaz de mostrar pulso. Quando ouviu do presidente Lula, como todos nós, que fazer caixa 2 era praxe no Brasil, não pegou seu balanço e seu megafone e saiu gritando: 'Nós não fazemos.' Não espanta que tenha entrado na campanha de 2006 dividido e desnorteado, com um candidato que nem teve coragem de defender a privatização.

 

O máximo que alguns como Fernando Henrique Cardoso fizeram foi murmurar que em seu governo a corrupção 'podia até existir, mas não era sistêmica'. Existe algo mais sistêmico do que a corrupção na história secular do Brasil? Daí o vácuo político atual, a ausência quase total de reação aos desmandos em pauta, a incompetência para defender a lei e propor mudanças. Por esse motivo vemos cada vez mais um partido como o PSOL ocupando títulos de reportagens e câmeras de televisão como 'outro lado', à moda do que o PT fazia na década passada. Foi o PSOL, afinal, que tomou atitude concreta contra os senadores Renan Calheiros e Joaquim Roriz, que tratam a opinião pública feito gado, mas cujas fazendas não são investigadas pela PF e pela Justiça. O mérito não é do PSOL, com suas noções primitivas; o demérito é de toda a classe política.

 

Exceções existem mesmo nesse Senado safado, como Jefferson Perez e Pedro Simon, mas não chegam a ser alento. Eles são tribunos, são Catulos da república tupiniquim, não membros de partidos que representem setores ou vetores da sociedade. São vozes da ética, pairando acima do jogo político - o que só reforça a sensação de que esse jogo é jogado sem as peças da ética. O que há em comum entre Perez e o PDT, o partido do 'socialismo moreno' de Brizola? O que há em comum entre Simon e o PMDB, o partido que todos no fundo imitam, em sua fisiologia indestrutível? Sem oposição a não ser a circunstancial, a conveniente, o governo PT-PMDB segue repetindo chavões - como Lula dizendo que Renan é inocente até prova em contrário  para conter o mínimo de ação institucional que existe no Brasil.
Continuação

Pode-se dizer que o semicolapso político é reflexo de uma sociedade também pobre em idéias, critérios, valores, em que a maioria dos cidadãos se sente de rabo preso por cometer ou aceitar que se cometam ilegalidades a todo instante. Também costumo ouvir que o comportamento nada ético do PT - como se fosse recente - é o 'preço a pagar' para ter chegado lá e poder fazer uma ou outra coisa que outros não fariam, ainda que não me digam quais coisas. Mas as regras disponíveis, repito, são suficientes para que a impunidade comece a ter fim. Além do mais, o sistema partidário não é um espelho puro da sociedade, especialmente numa democracia imatura. Isso justifica que seja tão distorcido, tão mal desenhado, com pelo menos seis partidos que podem ser qualificados de grandes ou influentes? É algo inédito no mundo.

 

Esse sistema é tão nocivo que desmoraliza a própria idéia de reformá-lo, com idéias esdrúxulas feito lista fechada, lista 'flex', financiamento misto de campanha, etc. e argh. Por sinal, eis algo que publicações de primeira como The Economist e Financial Times não compreendem quando analisam o caso brasileiro, o país cujo potencial é eternamente travado por freios como gastos públicos crescentes, infra-estrutura precária, desqualificação educacional do trabalhador e tantos mais. Quando os ventos sopram a favor, gerando números um pouco melhores, é justamente aí que o Brasil não faz reformas de verdade. Como o Exército em Canudos, só mostra fibra na adversidade. Quando muito.

 

Imagine trazendo tudo isso para a realidade de Campo Redondo, é a mesma de um grão de areia em meio ao deserto do Saara. A crise política toma ares internacionais, mas afeta todos nós, direta ou indiretamente. É geral! Ninguém está isento de passar por esses males e ficar sem cicatrizes. As marcas certamente ficaram, porém a sensação de dor diminuirá. Não tenhas dúvidas! Em meio a tudo que estamos vivendo, infelizmente a tendência é piorar.

A chapa está esquentando...

 

O destino da Prefeitura Municipal de Campo Redondo vai ficando dia a dia mais complicado. Pois, o povo não tem muitas escolhas. Cada fim de semana que os vereadores se reúnem, nada de novo acontece é a mesmice de sempre. As pessoas que antes iam a Câmara Municipal para assistir as sessões e torciam para verem o “circo pegar fogo” hoje a participação tem sido tímida. Aliás, não perdem nada. Pois os vereadores mal sabem discursar. Você que está lendo essa matéria, lembra ou sabe de algum projeto importante que os vereadores aprovaram? (me refiro a projeto que beneficiem a população como um todo).

 

E por que o mundo político (local) tem preocupado tanta gente? Porque não temos opções! As pessoas estão desamparadas e solitárias, politicamente falando. Tudo tem girado em torno das próximas eleições. Afinal, quem vai concorrer com Welby? Quem tem bala na agulha suficiente para desbancar o hábil  Prefeito? A população sabe que são raríssimas as pessoas que tem coragem de bater de frente com ele! Carlinhos era o grande nome, ou a pessoa que mais o “ameaçava”, no entanto, os rumores de rompimento diminuíram bruscamente. Volto-se à estaca zero. E o caixeiro viajante? Bom, cá pra nós... ele só sabe distribuir bananas! O Seu poder de fogo era supostamente a governadora, mas, a própria governadora já declarou que apoiará o Prefeito atual. E aí? Que outro nome poderia ameaçar o reinado Welbyano? Felinto? Nazareno? Célio? Sinceramente, Felinto o povo não quer nem ver e Nazareno é uma “mão de vaca” e não tem coragem de soltar a bufunfa. Ou seja, as opções são limitadas. Ah, e o Célio? Sem comentários... rsrsrsrs...      

 

Agora, Precatórios não são fáceis de entender, emendas direcionadas e obras que beneficiam o próprio umbigo não dão muito ibope. Mas “babonismo”, pulação de cerca (perdoe-me os neologismos), vingança de vereador, cachaçadas, dinheiro gasto em farras, ah, isso parece novela. E todo mundo acompanha. Resultado: os escândalos políticos caíram na boca do povo. Mas, caro leitor não se espante, pois essa crise atinge todos os poderes vejam o caso do Renan Calheiros.

A opinião do Senado por exemplo vem mudando dia a dia. No início, estavam todos dispostos a absolver Renan. Afinal, como disse um senador de alto coturno, ali todo mundo tem sua Mônica e todo mundo tem o seu lobista. (Com as raríssimas e honrosas exceções de praxe, é claro).

Mas a arrogância do senador Renan Calheiros, a petulância de se esconder atrás da cadeira de presidente do Senado, a manipulação do Conselho de Ética, sem contar as notas frias e as mirabolantes peripécias agropecuárias, tudo isto foi botando caraminholas na cabeça dos senadores. O feitiço virou-se contra o feiticeiro. Não se iluda caro(a) Leitor(a), usei esse exemplo para lhes mostrar que determinadas manobras políticas podem não dá certo! De repente o gripo preso poderá ser ouvido! Carlinhos rompeu com o Prefeito! Ou então, Nazareno vai abrir o cofre e investir pesado na próxima campanha! Bom, lógico que as realidades são diferentes, e particularmente, torço para que o povo faça uma escolha sábia!

 

Mas, como dizia o Dr. Tancredo, voto secreto dá uma vontade de trair...

Aprovação de Lula sobe para 66%, revela nova pesquisa

CNI-Ibope

 

Para 50% dos brasileiros, o governo Lula é ótimo ou bom; 33% consideram-no regular, e 16%, ruim ou péssimo. É este o resultado de uma pesquisa encomendada pela Confederação Nacional das Indústrias ao Ibope, que realizou 2.002 entrevistas em 140 municípios entre os dias 28 de junho e 1º de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

 

A última pesquisa realizada pela parceria CNI/Ibope, em abril, apontou resultados muito semelhantes. Há três meses, 49% julgavam o governo ótimo/bom, os mesmos 33% apontavam-no como regular, e 16%, como ruim ou péssimo. O estudo apontou que a avaliação positiva foi observada em todos os segmentos analisados, com redução, entretanto, nas faixas de maior escolaridade e renda, entre os mais jovens e as mulheres e na região Sul. Em contrapartida, avançou entre os homens, no Sudeste, Norte e Centro-Oeste e na faixa de menor renda.

 

A aprovação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva também oscilou positivamente, dentro da margem de erro, de acordo com a pesquisa. Hoje, é de 66% o índice de aprovação de Lula -em abril, era de 65%. Já o índice de desaprovação também teve a mesma oscilação, de um ponto percentual -subiu de 29% para 30%. Ou seja, o saldo entre aprovação e desaprovação foi o mesmo nas duas pesquisas, de 36 pontos positivos. A única mudança substancial de opinião dos pesquisados é a expectativa quanto ao segundo mandato. Nos dias em que o levantamento foi realizado, 37% esperavam melhora em relação ao primeiro mandato -contra 30% em abril. Caiu de 49% para 41% a parcela dos que acreditam que as duas gestões serão iguais e aumentou de 17% para 20% o grupo dos que têm expectativa de um segundo mandato pior do que o primeiro.

Congresso brasileiro é o que mais pesa no bolso da população, em comparação com Parlamentos de onze países

 

O Congresso brasileiro é o mais caro por habitante, segundo levantamento da Transparência Brasil sobre os Orçamentos do Legislativo federal em 11 outros países. Apenas o Congresso dos Estados Unidos é mais caro que o brasileiro, mas ainda assim pesa menos no bolso de cada cidadão do país.

 

A pesquisa da Transparência Brasil comparou o orçamento do Congresso brasileiro com os da Alemanha, Argentina, Canadá, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, México e Portugal.

 

Em 2007, o Brasil destinou para a manutenção do mandato de cada um de seus 594 parlamentares federais quase quatro vezes a média do gasto dos parlamentos europeus e do canadense. Pelos padrões europeus de gasto parlamentar, o orçamento do Congresso brasileiro - equivalente a R$ 11.545,04 por minuto - poderia manter o mandato de 2.556 integrantes.

 

Se for levado em conta o custo absoluto do Congresso brasileiro por habitante (R$ 32,49), ele seria o terceiro mais caro do mundo, atrás do italiano (R$ 64,46) e do francês (R$ 34,00). O Brasil fica mais caro, porém, se for calculado o peso desse custo no bolso de cada habitante por duas medidas importantes para comparar economias nacionais - o salário mínimo e o PIB per capita. No Brasil, gasta-se dez vezes, em relação ao salário mínimo, o que se gasta na Alemanha ou no Reino Unido. Comparado ao PIB per capita, o gasto nacional é mais de oito vezes maior que o espanhol.

 

O mandato de cada parlamentar brasileiro custa hoje 2.068 salários mínimos - mais que o dobro do que ocorre no México, segundo colocado entre os países pesquisados, e 37 vezes o gasto proporcional ao salário mínimo registrado na Espanha.

 

Embora não tenham sido levantados neste estudo os custos diretos do mandato - salário, benefícios, assessores e verbas indenizatórias -, é possível comparar os gastos verificados na Câmara dos Deputados (R$ 101 mil mensais) aos da Câmara dos Comuns britânica (R$ 600 mil por ano). Cada parlamentar brasileiro consome mais do que o dobro de um parlamentar de um país em que a renda per capita e o custo de vida são muito superiores aos do Brasil.

 

Mesmo se não houvesse Senado - a Casa mais cara do mundo por membro, segundo o levantamento -, o Brasil ainda teria um dos Legislativos mais caros existentes. O Orçamento de um Congresso unicameral seria menor que o do Parlamento italiano, o terceiro da lista.

 

O levantamento reforça a percepção de que os integrantes das Casas legislativas brasileiras perderam a noção de proporção entre o que fazem e o país em que vivem.
Atualidades

Falando em DESLIGAR A MÍDIA GOLPISTA, você viu que maravilha:

 

 “TV Globo perdeu neste ano quase 30% da audiência que tinha em 2006, No mês de junho deste ano, a emissora marcou média de 18,5 pontos (cada ponto equivale a 54 mil domicílios, ou 176 mil pessoas, na Grande São Paulo), das 7h às 0h. No mesmo período e horário do ano passado a média foi de 25,7 pontos no Ibope. De acordo com o colunista da Folha, a Copa do Mundo transmitida exclusivamente pela Globo ajudou a alavancar os números no ano passado. Ainda assim, a emissora apresenta queda de 2,6 pontos se comparar os números do mês de junho de 2005. A emissora que já foi hegemônica, hoje tem 42% de participação do "bolo" da audiência. Isso quer dizer que a maioria das pessoas não assiste apenas a Globo.

Atualidades

Quem pisará primeiro?

 

 

A mídia andou expondo as maracutaias do sempre envolvido em denúncias de corrupção Joaquim Roriz, duas vezes governador do Distrito Federal e aliado preferencial dos tucanos e pefelês.

 

Em 2002, Roriz venceu Geraldo Magela, do PT, na eleição para governador do DF. A vice de Roriz era do PSDB. Houve denúncias de golpes que ele teria dado para financiar sua campanha e de fraudes eleitorais que teria cometido para vencer. Tucanos, pefelês e a mídia tiveram muito trabalho para evitar que a Justiça Eleitoral o impedisse de assumir. Hoje, Roriz mudou de lado e, conseqüentemente, perdeu o apoio que sempre teve na mídia, e que lhe permitiu ir tão longe em seus negócios "peculiares". Mas ele é carne e unha com o PSDB e o PFL. É um importante aliado deles em Brasília. Só que o PMDB entrou na base do governo e a mídia quer reverter isso.

 

A mídia está chantageando o PMDB para que deixe a aliança governista. Devido à quantidade de corruptos que há nesse partido, tanto os meios de comunicação quanto os peemedebistas sabem que há matérial para divulgar um escândalo a cada dois meses até 2010. A saída do PMDB da aliança governista é imprescindível para o PSDB e o PFL. Com uma base de apoio tão ampla, o governo pode aprovar muita coisa que melhorará muito o país e deixará o eleitorado completamente permeável à opinião de Lula na hora de votar para presidente. Tucanos e pefelistas sabem que com o país indo bem como está indo, podem continuar fora do poder em 2011.

 

A questão, agora, é saber se o PMDB dará mais valor aos cargos que tem no governo, ao poder no qual sempre esteve desde a redemocratização, ou se irá preferir deixar o governo com medo da chantagem da mídia. Renan Calheiros, apesar dos pesares, está se portando bem no seguinte ponto: a mídia poderia deixá-lo em paz se soltasse umas críticas ao governo Lula e se desse indício de que iria trabalhar para sabotar esse governo. Como presidente do Senado, Renan tem o que vender à mídia, ao PSDB e ao PFL. Parece que não aceita fazer isso. Aliás, Renan vem subindo o tom contra a mídia. É um duelo no qual ganhará quem piscar primeiro.

 

Renan parece ter cartas na manga. Suas declarações mais recentes, como a de que é "vítima de complô da mídia anti-Lula", sinalizam uma disposição de fazer declarações ainda mais contundentes que podem chegar aos donos dessa mídia e a alguns de seus negócios tão "peculiares" quanto os de Renan, Roriz e de outros que não são incomodados porque estão no grupo político "certo". A mídia, em seu afã de derrubar Renan, pode estar tentando voar mais alto do que é capaz. Será divertido acompanhar essa novela. Não percam.

Pérolas e Frases do dia......

 

A principal herança que o governo do PT vai deixar, falando apenas na abordagem política, é o aparelhamento indiscriminado da máquina pública e a criação de cargos sem necessidade, que leva o Brasil a ter gastos correntes crescendo mais que a economia

Aécio Neves na Folha

 

 

No fundo, o ataque dos jovens cariocas a uma moça num ponto de ônibus na Barra da Tijuca e a depredação dos estudantes da USP sobre as dependências da reitoria durante a invasão de 50 dias tem o mesmo significado: vandalismo resultante da ausência de limites num país de valores solapados, cujo agravamento se dá em boa medida pelo exemplo que vem de cima, no Estado e na sociedade, aí incluídas as famílias.

Em ambos os casos, as justificativas só agravam os crimes. Na USP, os estudantes dilapidaram um patrimônio em nome da autonomia universitária e, na rua, os espancadores quase mataram um ser humano porque “pensaram” se tratar de uma prostituta.

Dora Kramer no Estado

É golpe contra o eleitor

 

Acho que todo mundo ainda se lembra dos plebiscitos de 1993. Os eleitores brasileiros foram às urnas para escolher a forma de governo (monarquia ou república) e o sistema de governo (parlamentarismo ou presidencialismo) que passaria a vigorar no Brasil.

 

E não houve a menor dúvida: os brasileiros escolheram ser uma república presidencialista. O que não significa que alguns elementos do parlamentarismo não sejam interessantes e dignos de adoção pelo Brasil.

 

Por que estou lembrando tudo isto? Porque a classe política decidiu fazer uma reforma política que pode modificar profundamente a forma como os eleitores escolhem seus representantes. E acha que pode fazer isto tudo sem consultar o eleitor. O nome disto é golpe parlamentar.

 

O que anda dizendo o eleitor brasileiro? Que quer maior proximidade entre ele e os eleitos. Que quer controlar mais o exercício do mandato de seu representante. Que não quer deputados trabalhando dois dias e meio por semana.

 

Que não quer deputados e senadores ganhando salários astronômicos e não pagando imposto de renda sobre todos os ganhos. Que não quer relações espúrias entre políticos e lobistas, ou entre políticos e bicheiros.

 

E o que querem os políticos? Querem mudar alguma coisa para que nada mude. Querem voto em lista fechada para perpetuar o poder dos caciques e dos aparelhos partidários. Querem financiar suas campanhas com o nosso dinheiro.

 

Querem continuar trabalhando só dois dias e meio por semana. Querem continuar ganhando altos salários sem pagar imposto. E, sobretudo, não querem prestar contas de seus atos à sociedade.

 

Alguma coisa está muito errada.

 

Volto a dizer. Fazer reforma política – qualquer reforma política – sem consultar os eleitores é golpe parlamentar... Todos nós temos o direito de opinar, afinal, estamos ou não em um país democrático?

Charge do Dia

  

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